O candidato da RENAMO para o Município de Maputo chama-se António Augusto Eduardo Namburete é pai e casado com a Dra Eliana Namburete. Saiba mais na primeira pessoa.(M.S.O.)
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SEM MEDO DE SER FELIZ!
António A. Eduardo Namburete
António A. Eduardo Namburete
Moçambique, docente na Escola de Comunicação e Artes da
Universidade Eduardo Mondlane, da qual fui fundador e o seu
primeiro director, onde ensino no curso de Jornalismo, e na
Universidade Politécnica, onde ensino no curso de Ciências da
Comunicação.
Nasci a 5 de Novembro de 1968, nos subúrbios da cidade de
Maputo, concretamente no Bairro de Maxaquene A, bairro onde vivi
até 1999. Sou filho de família humílde, de Eduardo Namburete
(falecido há 14 anos) e Elisa Mucambe. Casado e pai de um filho de
12 anos de idade. Fiz os meus estudos primários e secundários nas
Escola Primária 25 de Setembro, Noroeste 2, Secundária Josina
Machel e Francisco Manyanga. Recebi o grau de Licenciatura em
Rádio e Televisão pela Universidade Metodista de São Paulo, onde
também concluiu o nível de bacharelato em Jornalismo, em 1993.
Iniciei-me como funcionário público em Junho de 1987 no então
Gabinete de Comunicação Social, hoje Instituto de Comunicação
Social, onde mais tarde viria a ser nomeado director de Pesquisas e
Avaliação. Quando em 1994 foi inaugurado o processo democrático
em Moçambique, tive a honra e o previlégio de ser nomeado
director do Gabinete de Imprensa do STAE/CNE com a missão de
coordenar as actividades de comunicação social durante o processo
das eleições gerais, legislativas e presidenciais.
Porque o sonho de proseguir com os estudos sempre me
acompanha, em 1996 fui agraciado com uma bolsa de estudos para
concluir os meus estudos ao nível de mestrado nos Estados Unidos
da América. Em 1998 recebi o grau de Mestre em Comunicação
Social pela Southern University, Louisiana, Estados Unidos da
América, e em 2003, perseguindo o mesmo sonho de obter mais
conhecimentos académicos, iniciei o trabalho para a obtenção do
grau de doutoramento em Política e Gestão da Informação na
Universidade de North Texas, nos Estados Unidos da América.
No processo da minha formação nos Estados Unidos da América tive
a ímpar oportunidade de trabalhar para o prestigiado jornal norte-
americano The Washington Times como repórter no departamento
de notícia estrangeira.
Foi depois do meu regresso da formação dos Estados Unidos da
América que, procurando novos desafios, juntei-me em 1999 à
Universidade Eduardo Mondlane, ocupando o cargo de director do
Gabinete de Imprensa e mais tarde, e por acumulação de funções, o
de director da Escola de Comunicação e Artes.
Na minha capacidade académica, escreví vários artigos publicados
em jornais, livros e revistas, nacionais e internacionais, sobre
variados temas. Actualmente trabalho em pesquisas na área de
comunicação social, género e HIV e SIDA, corrupção, democracia e
processos eleitorais.
Através das minhas relações académicas internacionais já participei
em várias conferências no Brasil, Canadá, Estados Unidos da
América, Tunísia, Portugal, Índia, Quénia, Noruega, Zambia,
Zimbabwe e África do Sul.
Porque acreditava que a minha contribuição para o bem estar do
meu povo passava pelo meu engajamento directo na actividade
política, assumí o meu apoio político e meu ingresso no partido
Renamo em 2004. Foi esta decisão que custou a minha demissão
dos cargos de director do Gabinete de Imprensa da UEM e pouco
tempo depois do cargo de director da Escola de Comunicação e
Artes da mesma universidade.
Fui nomeado director do Gabinete Central de Eleições do Partido
Renamo e cabeça de lista da Cidade de Maputo para as eleições de
2004. Fui eleito Deputado da Assembléia da República pelo círculo
eleitoral da Cidade de Maputo, e sou o Porta-voz do grupo
parlamentar da RENAMO e membro da Comissão de Relações
Internacionais e membro do Grupo Parlamentar para a União Inter
Parlamentar. Como Deputado, tenho trabalhado com os meus
colegas na luta contra a corrupção, e assumo o compromisso de
construir um país de prosperidade, de dignidade e de segurança
para todos os moçambicanos. Defendo e promovo a ideia de que a
transparência e boa governação são requisitos necessários para um
desenvolvimento sustentável de Moçambique.
Actualmente sou membro do Conselho Universitário da Universidade
de África, localizada em Mutare, no Zimbabwe onde exerço as
funçoes de presidente da Comissão de Edifícios e Terras (Building
and Grounds Committee); sou membro do Conselho Científico dos
Programas de Pós-Graduação na Universidade Presbiteriana
Mackenzie, do Brasil, sou membro da direcção da Federação
Lusófona de Ciências da Comunicação – LUSOCOM, da Associação
Moçambicana de Estudos da Comunicação – AMESCOM, sou
Coordenador do Plano de Acção dos Media (MAP) da África Austral
em Moçambique, sou consultor na área de comunicação social, sou
membro do Comité Executivo da Rede dos Parlamentares Africanos
Contra a Corrupção – APNAC.
Sou Membro de Pleno Compromisso da Igreja Metodista Unida em
Moçambique.
Universidade Eduardo Mondlane, da qual fui fundador e o seu
primeiro director, onde ensino no curso de Jornalismo, e na
Universidade Politécnica, onde ensino no curso de Ciências da
Comunicação.
Nasci a 5 de Novembro de 1968, nos subúrbios da cidade de
Maputo, concretamente no Bairro de Maxaquene A, bairro onde vivi
até 1999. Sou filho de família humílde, de Eduardo Namburete
(falecido há 14 anos) e Elisa Mucambe. Casado e pai de um filho de
12 anos de idade. Fiz os meus estudos primários e secundários nas
Escola Primária 25 de Setembro, Noroeste 2, Secundária Josina
Machel e Francisco Manyanga. Recebi o grau de Licenciatura em
Rádio e Televisão pela Universidade Metodista de São Paulo, onde
também concluiu o nível de bacharelato em Jornalismo, em 1993.
Iniciei-me como funcionário público em Junho de 1987 no então
Gabinete de Comunicação Social, hoje Instituto de Comunicação
Social, onde mais tarde viria a ser nomeado director de Pesquisas e
Avaliação. Quando em 1994 foi inaugurado o processo democrático
em Moçambique, tive a honra e o previlégio de ser nomeado
director do Gabinete de Imprensa do STAE/CNE com a missão de
coordenar as actividades de comunicação social durante o processo
das eleições gerais, legislativas e presidenciais.
Porque o sonho de proseguir com os estudos sempre me
acompanha, em 1996 fui agraciado com uma bolsa de estudos para
concluir os meus estudos ao nível de mestrado nos Estados Unidos
da América. Em 1998 recebi o grau de Mestre em Comunicação
Social pela Southern University, Louisiana, Estados Unidos da
América, e em 2003, perseguindo o mesmo sonho de obter mais
conhecimentos académicos, iniciei o trabalho para a obtenção do
grau de doutoramento em Política e Gestão da Informação na
Universidade de North Texas, nos Estados Unidos da América.
No processo da minha formação nos Estados Unidos da América tive
a ímpar oportunidade de trabalhar para o prestigiado jornal norte-
americano The Washington Times como repórter no departamento
de notícia estrangeira.
Foi depois do meu regresso da formação dos Estados Unidos da
América que, procurando novos desafios, juntei-me em 1999 à
Universidade Eduardo Mondlane, ocupando o cargo de director do
Gabinete de Imprensa e mais tarde, e por acumulação de funções, o
de director da Escola de Comunicação e Artes.
Na minha capacidade académica, escreví vários artigos publicados
em jornais, livros e revistas, nacionais e internacionais, sobre
variados temas. Actualmente trabalho em pesquisas na área de
comunicação social, género e HIV e SIDA, corrupção, democracia e
processos eleitorais.
Através das minhas relações académicas internacionais já participei
em várias conferências no Brasil, Canadá, Estados Unidos da
América, Tunísia, Portugal, Índia, Quénia, Noruega, Zambia,
Zimbabwe e África do Sul.
Porque acreditava que a minha contribuição para o bem estar do
meu povo passava pelo meu engajamento directo na actividade
política, assumí o meu apoio político e meu ingresso no partido
Renamo em 2004. Foi esta decisão que custou a minha demissão
dos cargos de director do Gabinete de Imprensa da UEM e pouco
tempo depois do cargo de director da Escola de Comunicação e
Artes da mesma universidade.
Fui nomeado director do Gabinete Central de Eleições do Partido
Renamo e cabeça de lista da Cidade de Maputo para as eleições de
2004. Fui eleito Deputado da Assembléia da República pelo círculo
eleitoral da Cidade de Maputo, e sou o Porta-voz do grupo
parlamentar da RENAMO e membro da Comissão de Relações
Internacionais e membro do Grupo Parlamentar para a União Inter
Parlamentar. Como Deputado, tenho trabalhado com os meus
colegas na luta contra a corrupção, e assumo o compromisso de
construir um país de prosperidade, de dignidade e de segurança
para todos os moçambicanos. Defendo e promovo a ideia de que a
transparência e boa governação são requisitos necessários para um
desenvolvimento sustentável de Moçambique.
Actualmente sou membro do Conselho Universitário da Universidade
de África, localizada em Mutare, no Zimbabwe onde exerço as
funçoes de presidente da Comissão de Edifícios e Terras (Building
and Grounds Committee); sou membro do Conselho Científico dos
Programas de Pós-Graduação na Universidade Presbiteriana
Mackenzie, do Brasil, sou membro da direcção da Federação
Lusófona de Ciências da Comunicação – LUSOCOM, da Associação
Moçambicana de Estudos da Comunicação – AMESCOM, sou
Coordenador do Plano de Acção dos Media (MAP) da África Austral
em Moçambique, sou consultor na área de comunicação social, sou
membro do Comité Executivo da Rede dos Parlamentares Africanos
Contra a Corrupção – APNAC.
Sou Membro de Pleno Compromisso da Igreja Metodista Unida em
Moçambique.





E acima de tudo, votar em Namburete é votar em democracia multipartidária; votar em Namburete é votar no rejuvanescimento da governacão, é votar contra a arrogância, contra a discriminacão com base nas simpatias políticas.
ResponderEliminarConcordo Reflectindo. Se com as eleições nos EUA o mundo não aprendeu, não sei o que dizer. Bjhs
ResponderEliminarObrigada por esta postagem, ilustre!
ResponderEliminarPS: Gostei de ve-la toda esverdeada nos mercados da periferia, hehehhehee
Olá Xim, no meio de tanto verde só falta parecer alface...Obrigada pelo comentário. Conto com o teu voto e da tua maninha e de todos amigos. Bjs
ResponderEliminarNanana, nao faltava alface não! Faltava é tomate para fazer a salada.Heheheheheh! Mas, falando sério, deu gosto vê-la! Essas coisas de escritório numa beldade que tem tanto para dar, fica bem no contacto com o povo que vê que realmente se estão a mexer e que ascultam os seus reais problemas. Força ai!
ResponderEliminarXim, as zonas suburbanas estão mergulhadas em imundície. Basta chover e famílias há que dormem em cima das mesas.
ResponderEliminarhttp://moambique.blogspot.com/
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