União Nacional para o Desenvolvimento Estudantil
UNDE
Discurso da Presidente proferido na IV Assembleia Geral
A todos as boas vindas a esta Assembleia Geral da UNDE, numa data marcante, por assim dizer histórica na vida da União para o Desenvolvimento Estudantil. E, eu sei, que já é um lugar comum dizer-se que uma determinada data é de importância histórica. A experiência associativa diz-nos que a história faz-se todos os dias. O facto de aqui estarmos nesta manhã fria, a esta hora para cumprimos este dever cívico é prova disso. Apesar de todos os condicionalismos das nossas vidas, a nossa história fazemo-la nós com esforço, com coragem e com determinação.
E este momento é histórico por isso e porque faz, precisamente amanhã, dia 9 de Agosto, que a UNDE foi juridicamente reconhecida, de papel passado, com a publicação dos seus estatutos no Boletim da República. Antes do seu reconhecimento júridico, em 1996, a UNDE tinha sido fundada por um grupo de jovens de diferentes credos e níveis académicos. O processo histórico da nossa existência remonta a essa época, quando a União para o Desenvolvimento Estudantil não tinha senão um computador obsoleto, meia dúzia de pastas de arquivo recicladas e uma conta bancária sem fundos. Hoje, somos uma organização de nível nacional com um património considerável.
Se olharmos para trás, percorremos já um longo caminho. Para que aqui pudessemos ter chegado, contámos com o esforço e a abenegação de muitos e com a ajuda generosa de vários parceiros, que nos ajudarem a crescer e a projectar a UNDE para um novo patamar. O voto de confiança que milhares de jovens, entusiasticamente, sempre deram a esta direcção que hoje cessa um mandato ao serviço de uma educação sã, deve reflectir-se nas nossas actividades futuras.
É necessário olhar o passado, para projectar o futuro. Termos que continuar a ser este espaço criado para como estudantes nos informarmos, formarmo-nos e falarmos das nossas experiência, E temos que ir mais além, cientes – agora como no passado - de que o enraizamento de uma “cultura democrática” só será alcançável através da adopção de novas formas de diálogo entre os diferentes actores do Processo de ensino e aprendizagem.
As tarefas que temos à nossa frente passa por uma aposta num ensino de qualidade para todos em Moçambique. Acreditamos que isto é possível, porque é necessário para o futuro dos jovens em Moçambique. Para isso importa que cada um de nós, como um todo, que cada um no seu lugar e a seu modo dê a sua quota-parte de esforço.
Sabemos que o associativismo inculca valores sublimes, como a solidariedade, o sentido do cumprimento do dever, da justiça e da transparência democrática.
Os doadores têm-nos prestado uma ajuda imprestimável, mas os jovens membros desta associação não se podem esquecer do valor simbólico do pagamento das suas quotas a esta associação que a todos serve e pertence.
Um mundo mais justo e equilibrado vislumbra-se necessário. Mas, a justeza dos princípios começa pelo civismo de cada um de cumprir as suas obrigações associativas. Esse comprometimento deve ser claro e transparente, porque essa foi também a nossa forma de conduta, ao nível da direcção.
Como sabeis, uma associação é um espaço cívico onde pessoas que comungam dos mesmo ideais se reúnem e partilham projectos. Não há aqui espaço para jogos de interesse marginais de uma minoria arruaceira e conspiradora.
A nossa história, a história das nossas vidas e da nossa associação faz-se todos os dias, com clareza, determinação e optimismo.
A nossa renovação faz-se todos os dias, graças ao vosso esforço e entusiasmo. Estou hoje aqui perante os futuros jovens lideres de Moçambique e talvez de África.
O futuro começa agora e este momento é, uma vez mais, uma oportunidade para fazermos com que a UNDE seja reconhecida como a organização líder do movimento estudantil nacional, contribuíndo para o combate da corrupção nas escolas e abrindo as portas do ensino a todos os jovens moçambicanos que queiram fazer deste país um exemplo em Àfrica e no Mundo. Isso só será possível com o nosso trabalho, empenhamento e imaginação, portanto mãos à obra!
Muito Obrigada!
Maria Ivone Soares
Maputo, 7 de Agosto de 2010
Quarta-feira, Agosto 11, 2010
...É necessário olhar o passado, para projectar o futuro
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Ivone,
ResponderEliminarTu ja es da seleccao, estas com Araujo na AR, arrumem-me la aquilo por favor, hipopotamos e gulopotamos nao entram.
A FIR ja saiu da casa do Tio Afonso ?
Ainda não saiu Abdul. Mas não percebi essa da selecção. Abraço.
ResponderEliminar'E seleccao nacional, e tu es jogadora, foste selecionada.
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